Illusions…

Oi o/

Bah, to podre de sono, não consegui revisar direito o capítulo, mas espero que gostem… Aos poucos vou postando mais pedaços =D

Sintam-se livres para comentar se acharem ruim, se acharem legal… Se quiserem dar alguma sugestão…

XIV [III]

Muito longe dos amigos, William caminhava através do charco com Chaos, pensando em como seria bom se tivesse um repelente, pois a umidade e o calor do local pareciam atrair todos os mosquitos do universo, e ele tinha a sensação de estar ficando sem sangue, olhava para os braços e eles pareciam cada vez mais pálidos, estava ficando ofegante, tonto… “Ei, Chaos, acho que é melhor darmos uma parada, cara. Esses mosquitos estão mais para vampiros, acho que se continuarmos assim eu vou desmaiar, sei lá…”. Chaos balançou a cabeça e muito a contra-gosto parou o cavalo, dando uma boa olhada para o garoto. “Minha nossa! Esse lugar está deixando você um lixo, hein! Infelizmente, não podemos ficar parados, creio que Nadine já nos cercou e uma boa parte do que você está sentindo é culpa dela. Tome um pouco de água, assim que nos livrarmos dela você se sentirá melhor”. O jovem tomou alguns goles de água, mas era inútil, pois o líquido parecia sair imediatamente pelos poros, tamanho suador que lhe afligia. “Quem é Nadine?”, perguntou e Chaos sorriu de um jeito estranho e olhou fixamente para o horizonte. “Uma vadia metida a assassina”. Após alguns segundos de silêncio uma gargalhada ecoou e uma voz feminina, carregada de ironia, falou: “Nossa, quanto rancor! Achei que depois de tanto tempo você já tivesse me perdoado, Chaos. Você sabe que só fiz aquilo porque me prometeram muito ouro, não foi nada pessoal!”. William não entendeu muito bem a história, mas ligando o que o mestre havia dito com o tom irônico da mulher, ficava fácil imaginar que ela era realmente uma vadia e que Chaos, há algum tempo, havia sido passado para trás por ela, talvez algo pior… Mas aquele não era o momento para conjecturas, alguma coisa o dizia que a tal Nadine estava mais próxima do que a voz denunciava, talvez o arrepio na nuca, o mover inconsciente da mão para a adaga escondida. Olhou em volta mas não conseguiu encontrar um lugar onde alguém pudesse se esconder, nada de pedras, árvores. “Espera”, pensou, “e se ela estiver me iludindo, assim como o Chaos consegue fazer! Como é que eu posso anular uma ilusão? Pensa, pensa… O que pode me despertar disso?”. Enquanto isso, o mestre já foi montando no seu cavalo e fez sinal para o rapaz o seguir. “Você sabe onde ela está? Eu não consigo encontra-la…”. Chaos olhou para William e perguntou: “E se encontrasse, o que poderia fazer? Ainda não te ensinei nada. E essa preocupação é desnecessária, esse projeto de assassina jamais conseguiria fazer algo comigo. Por que ela ainda não nos atacou? Porque não consegue nos ver! Só ouviu o que eu disse há pouco porque permiti. Ela está sendo iludida por mim desde que se aproximou… Se tivessem mandado alguém com algum talento aí eu até poderia me preocupar um pouco. Não fiz nada ainda por pura preguiça, já poderia ter acabado com ela há horas. Mas, se ela está te deixando apreensivo, vou manda-la embora. Se bem que tenho a leve desconfiança de que ela não nos deixaria em paz por muito tempo, creio que o real motivo dessa perseguição é conferir do que você é capaz. Tempo perdido, não?”. Desanimado com o comentário do mestre, o jovem passou a pensar numa maneira de acabar com a ilusão e não ser considerado um peso morto. Até que lembrou de algo muito peculiar: dor! Pegou a adaga e cortou a mão, o corte foi bastante dolorido, quase como se tivesse sido feito com uma gilete, e logo começou a sangrar abundantemente. William ergueu os olhos e o que viu não era muito diferente de antes, a única diferença foi a presença de uma mulher morena, muito bonita, mais adiante, olhando em volta com um semblante que revelava raiva, pois era evidente que não conseguia encontra-los. William olhou para o mestre que esboçava um sorriso de deboche, e resolveu comentar: “Bom, bonita ela é…”. Chaos olhou surpreso para o rapaz e vendo que ele pressionava a palma da mão banhada em sangue entendeu tudo. “Veja bem, inteligente você é. Além disso, a falta de habilidade dela o ajudou um pouco. Mas você me surpreendeu, por isso vou demonstrar um pouco do que vou te ensinar!”

Então, por hoje é só, estou morrendo de sono…

Itte kimasu, minna-san o/

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