He’s disappearing, fading suddenlly ♪

Estive inclinada a acreditar que algumas coisas podiam permanecer em nossas vidas por muito tempo. (in)Felizmente não foi bem o caso nessa vez. Passaram-se dois anos e foram necessárias algumas atitudes bastante estúpidas por parte da outra pessoa para que eu finalmente percebesse que não dava mais.

Talvez nunca tenha dado, eu que insisti numa ilusão besta, alucinada por uma ideia acalentada insanamente nos meus devaneios de adolescente ~nada condizentes com a minha idade, por sinal~ Mas mesmo o que fica no plano das ideias acaba por evanescer.

Não lembro mais como era sentir aquela felicidade idiota que só os apaixonados sentem. Pelo contrário, tudo o que herdei desses mais de 700 dias de história foi um sentimento de mágoa, um cansaço tão grande que me impediram de continuar da forma que estava. Chega de ficar com essa coleção de “se” na cabeça, imaginando como as coisas poderiam ter sido. Não foram, então bola pra frente.

Ser feita de boba e acreditar que a culpa foi minha, procurando por um detalhe perdido que provasse minha incompetência em manter algo que simplesmente não podia ser mantido. Aceitar isso foi custoso, mas quando finalmente consegui foi libertador. Porém, o que me deixa mais chateada com tudo é o fato de eu ter passado esse tempo todo insistindo em reviver o que já estava morto há muito tempo. Desperdiçando tempo e energia em uma questão perdida. Tudo em vão. Mas isso eu não posso mudar.

Foi bonito, mas nada funcional… Não poderia durar. Vou tentar usar essa sensação de vazio de forma produtiva.

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